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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Conheça as melhores formas de passar o tempo com seu filho Crianças aproveitam mais quando os pais participam das brincadeiras



Crianças aproveitam mais quando os pais participam das brincadeiras. Hoje em dia, muitos pais que não tem muito tempo para passar com os filhos acham que definir uma rotina de atividades para os filhos é uma demonstração de afeto e carinho. Levar e buscar os filhos na escola, matriculá-los em aulas de judô, inglês, música e computação, e deixar as crianças irem a festinhas de amigos são atividades que muitos adultos sentiam falta na infância e acham que ao providenciar isso aos filhos, estão sendo pais presentes e amorosos. O resultado disso: mães e pais cansados com essa maratona que parece não ter fim e crianças que passam mais tempo longe dos pais do que com eles.E o problema não é só esse. Esses hábitos nem sempre tornam os pais mais presentes nas vidas dos filhos. Embora esses cuidados sejam importantes, pode-se compensar o tempo longe dos filhos com formas mais prazerosas e produtivas de fazer as crianças se sentirem amadas.
Um estudo recente apontou o que os filhos mais valorizam no relacionamento com os pais. É bem simples: anote aí! A pesquisa diz que o mais importante não é a quantidade de tempo que os pais passam com as crianças e sim a qualidade do tempo. Que tal um sorriso e um abraço carinhoso no caminho da escola? Ou uma boa conversa, olhos nos olhos, sobre os acontecimentos do dia no jantar?
Outras atividades como cantar e contar histórias antes de ir dormir, brincar com elas fora de casa mais tempo, conversar sobre qualquer assunto, com tempo, calma e mostrando real interesse, aproveitar o jantar para traçar planos para o fim de semana juntos, assistir com elas seus programas favoritos, colocar na lancheira, escrivaninha, cama e banheiro mensagens carinhosas e cuidar pessoalmente de sua alimentação são algumas demonstrações de afeto que as crianças guardam na memória durante a vida inteira. Outra dica é tratar cada filho como um indivíduo importante na família. A criança quer sentir-se amada pelos pais de forma individual, e não como mais um membro da família. Tente arranjar tempo para sair com cada uma das crianças individualmente. Sair de vez em quando com um filho de cada vez da mais liberdade para a criança se comunicar com os pais, além de aumentar a sensação de segurança e individualidade. Nesses momentos, pergunte o que cada filho gosta e que eles gostam de fazer e mostre interesse no programa. Tente colocar esses hábitos na rotina. Esse esforço vale à pena quando percebemos que os filhos estão mais sorridentes, amigáveis e próximos de nós. Posso afirmar que tive uma mãe muito presente na minha infância.ela soube ser uma mãe maravilhosa. Recordo de bons momentos partilhando apenas o preparo das refeições, lendo, e até rezando juntos antes de dormirmos. Hoje sou mãe de filhos criados com muiiiiito amor.sou maizona até hoje,são meus bbs.e sei que ser tratada de modo individual pela minha mãe, fez toda diferença na minha vida.E nada como ver o sorriso feliz dos meus filhotes todos os dias. Dedique muito carinho e tempo aos seus filhos. beijos.

Um comentário:

  1. Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog A dança das Palavras. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





    Narroterapia:

    Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



    Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

    http://narroterapia.blogspot.com/

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