é importante tomar especial cuidado com o que se dar às crianças.
O apelo de desenhos animados violentos é grande.Até meninas pedem bonecos de "heróis" armados!!Devemos repelir este tipo de brinquedo,nada de armas de plástico,bonecos armados ou games violentos.
Deve-se alimentar o sonho,a fantasia,oferecer brinquedos educativos,ensinar a paz e o amor.
Sabemos que é difícil,mas seja consciente na hora de presentear uma criança.
Leia artigo sobre o tema:
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FONTE:
http://bebevirtual.com/Bebe%200-1-69.htm-----------------------O brinquedo da criança - cuidados a ter
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Que papel têm os brinquedos na formação infantil? Como escolher os brinquedos próprios para cada idade? Brinquedos violentos conduzem, obrigatoriamente, à violência infantil? Como devem agir os pais e educadores perante estímulos violentos dirigidos às crianças?
Entrevista à psicóloga Sandra Nascimento, dirigente da Associação Portuguesa para a Segurança Infantil (APSI).
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Qual a função do brinquedo na educação e formação infantil?
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Há uma expressão muito engraçada que a secretária geral da nossa associação costuma utilizar: "A profissão das crianças é brincar, e a principal ferramenta delas é o brinquedo". O brinquedo é um dos meios que elas têm para explorar o mundo que as rodeia, os seus limites, experimentar as suas condutas, é um meio de imaginação. Assume um papel muito importante, no sentido em que é através do brinquedo que a criança vai experimentar, se vai relacionar com os outros e com o mundo.
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Há um tipo de brinquedo adequado para cada idade ou fase de desenvolvimento?
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Para as crianças, os brinquedos não são o mesmo que para nós. A utilização que os mais pequenos dão ao brinquedo nem sempre é aquela para a qual foi concebido e que vem nas instruções. Para eles até um tacho da cozinha pode ser um brinquedo, muito mais bonito e interessante do que aquele que vimos na loja e que achamos o máximo. Assim, tudo é um brinquedo.
Naturalmente, devemos ter o cuidado de escolher o brinquedo de acordo, não só com o estado de desenvolvimento da criança, a sua idade, mas também as suas características individuais. Há crianças que preferem brinquedos de utilização individual, outras gostam mais de atividades de grupo, muito ou pouco estruturadas. O que é importante, na escolha do brinquedo, é pensarmos na pessoa a quem ele se destina, e não naquilo que nós, pais, achamos interessante. É necessário olhar o mundo através dos olhos da criança, pensarmos naquilo que será mais aliciante para ela, que esteja adaptado às suas capacidades. Se escolhermos um brinquedo que é muito difícil para a criança, arriscamo-nos a que ela tente usá-lo e, na incapacidade de o compreender e executar as tarefas que lhe são propostas, acabe por perder o interesse e não gostar do brinquedo.
Por outro lado, um brinquedo demasiado fácil nem chega a motivar a criança. Por isso, é importante que envolva um desafio e também uma certa dose de risco. A APSI, ao promover a segurança infantil, não procura eliminar totalmente o risco da vida da criança. Isso não seria saudável, uma vez que estaríamos a expô-la a um mundo pouco real. A criança deverá ser confrontada com situações de risco calculado e moderado, que ela consiga facilmente perceber enquanto tal, que lhe permitirão ensaiar condutas e desenvolver competências para lidar com situações de risco.
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Devem-se respeitar, portanto, os graus de desenvolvimento infantil?
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O desenvolvimento das crianças segue uma seqüência de fases ou etapas, durante as quais elas vão desenvolvendo competências e capacidades diferentes, (cognitivas, afetivas, motoras). No entanto, cada criança é um caso, tem os seus próprios ritmos e características individuais, que devem ser respeitados na escolha dos brinquedos: o gosto pelo desenho, pelas construções, por atividades mais estruturadas. Não devemos forçar a criança, devemos apenas desafiá-la, dentro dos seus limites, e respeitar as suas preferências. Em termos desenvolvimentistas, são muito ricas as atividades pouco estruturadas já que permitem à criança dar asas à sua imaginação e criatividade. Os brinquedos de construção, por exemplo, dão espaço à criança para ir além daquilo que é proposto, criando histórias e personagens que a vão ajudar a relacionar-se com os outros e a comunicar com o mundo.
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Há alguma relação entre os brinquedos violentos - imitações de armas, jogos de vídeo, a própria televisão - e os comportamentos violentos de certas crianças?
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A violência dos brinquedos poderá ser abordada de duas formas. Por um lado, expor a criança a riscos que ela não compreende e com os quais não sabe lidar, é uma forma de violência. Os brinquedos são objetos feitos especificamente para elas, não deveriam ser objetos causadores de lesões e traumatismos. Por ano, acontecem cerca de 1500 acidentes com brinquedos que, claramente, não têm em conta as características das crianças a quem se destinam. O próprio ruído emitido pelo funcionamento de alguns brinquedos, que pode levar à surdez parcial ou total e permanente, bem como provocar alterações comportamentais no próprio, ou nos que estão perto, também pode ser entendido como uma forma de agressão.
Por outro lado, o conteúdo violento dos brinquedos é outra coisa que nos deve preocupar. É incrível a quantidade de violência a que as nossas crianças são expostas diariamente, muitas vezes sob a nossa vigilância. Inúmeros estudos confirmam uma correlação entre a quantidade de exposição de uma criança a conteúdos violentos e a sua atitude em relação à violência.
Mas, como é obvio, a violência não resulta apenas de um fator isolado, mas de inúmeros fatores, designadamente, a envolvente sócio-econômica, a envolvente familiar, as características individuais da criança ou jovem, o grau de exposição a conteúdos violentos, que a podem predispor mais para este tipo de comportamentos. Os CD-Roms e outros jogos interativos "violentos", os brinquedos semelhantes a armas e a exposição excessiva e continuada a situações violentas podem provocar a familiarização da criança com a violência e os comportamentos agressivos, promovendo a utilização destes, por exemplo, na resolução de conflitos. Por exemplo, face a jogos que sistematicamente recorrem à violência como forma de lidar com diferentes situações, a mensagem que a criança "entende" é que se pode resolver situações difíceis ou de conflito com agressão e que se pode mesmo ser recompensada por isso. Teme-se mesmo, segundo um estudo da American Psychological Association, que os jogos interativos promovam mais facilmente comportamentos agressivos, já que a interatividade facilitaria a identificação com os personagens e com os seus comportamentos. Isto é verdadeiramente preocupante se pensarmos que a própria finalidade dos jogos chega a ser, por vezes, perversa. Quando o objetivo último e principal do jogo é agredir pessoas, atropelar e até matar, o resultado não pode ser positivo. É realidade virtual, mas em determinadas fases de desenvolvimento, a criança não distingue o real do irreal.
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Qual deve ser a intervenção dos pais e educadores nesse domínio?
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Convém limitar, sem vedar, o acesso da criança a certo tipo de estímulos violentos. É necessário controlar os conteúdos e o tempo de exposição à televisão, participar ativamente na escolha dos jogos interativos e dos brinquedos que contêm alusões a armas. Não é possível, nem desejável, fechar a criança numa redoma, num mundo artificial. O contacto com a realidade é importante para a aquisição e desenvolvimento de comportamentos e competências para lidar adequadamente com a violência. É importante a presença de um adulto enquanto a criança assiste aos programas de televisão ou joga computador, discutir com ela os conteúdos, as consequências deste ou daquele comportamento, chamar-lhe a atenção para os efeitos da violência.
O exemplo dos adultos é importantíssimo. Não vale a pena dizer que não se deve agredir os outros quando nós próprios reagimos com violência em muitas ocasiões.
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Que conselhos daria aos pais na escolha dos brinquedos?
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É essencial que o brinquedo seja seguro. Até aos três anos, os pais têm de ter cuidados redobrados porque a principal forma que a criança tem de explorar o mundo é levando os objetos à boca. Brinquedos ou partes de brinquedos que tenham uma dimensão inferior ao diâmetro de uma moeda de 50 escudos poderão ser engolidos pela criança, levando à asfixia.
Os pais deverão verificar se o brinquedo possui a marcação CE, que é apenas uma presunção de conformidade com a norma, mas que pode ser útil como indicação. É imprescindível verificar se tem partes facilmente destacáveis, pêlos que se soltam facilmente, puxando e testando antes de dar o brinquedo à criança. É preferível que estas partes fiquem nas mãos do adulto do que na garganta da criança. Há que verificar as arestas do brinquedo, se são susceptíveis de provocar cortes ou outras lesões.
Por fim, é obrigatória a indicação em português da idade a que se destina o brinquedo, bem como o nome e contacto do representante em Portugal. As instruções e precauções devem também encontrar-se em Português. Todos estes fatores devem ser verificados, e se algum não estiver conforme, pode ser indicação de outras anomalias.
É importante verificar se crianças com menos de três anos têm acesso aos brinquedos dos mais velhos, que não lhes são destinados. Com as crianças mais velhas, há que ter precaução com todos os brinquedos que impliquem movimentação, como as pistolas de água ou as flechas, visto que, ao serem arremessados, adquirem mais força do que a que normalmente têm. Ainda em relação aos mais velhos, quando andam de skate, patins ou bicicleta, devem fazê-lo com dispositivos de proteção adequados. É preciso ter em atenção que existem alguns brinquedos no mercado, que simulam estes equipamentos, mas que não oferecem a proteção necessária.
Relativamente aos outros aspectos, é importante que o brinquedo escolhido tenha interesse lúdico para a criança, seja flexível, e permita que ela ponha em prática toda a sua criatividade e imaginação. Deve, ainda, ser desafiante e envolver algum risco, no sentido de promover o desenvolvimento de novas capacidades, sem nunca pôr em causa a sua segurança. Deve ter em conta as suas características individuais. É bom deixar a criança escolher aquilo que mais gosta de fazer, sem deixar de ter um papel ativo nessa escolha. E nunca esquecer que, principalmente no caso dos bebês, o brinquedo não vai ter necessariamente a utilização para a qual foi previsto, vai ser aberto, desmontado, explorado, e tem de estar preparado para isso.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Como prevenir desaparecimentos de crianças nas férias
-Combinar um ponto de encontro com as crianças caso se percam e colocar-lhes uma pulseira com a identificação dos pais são algumas dicas para prevenir o desaparecimento de menores, sobretudo em tempo de férias.
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-Deve-se ter cuidados redobrados durante o período de Verão,para ajudar a evitar situações de perigo nas férias e festas de fim de ano.
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-Sugere-se que os pais combinem antecipadamente com as suas crianças um local de encontro (uma árvore, uma estátua, um café, por exemplo) para o caso de se afastarem e se perderem.
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-Na conversa com a criança, os pais devem também estipular antecipadamente que, se ela não se lembrar do local combinado, é preferível ficar no mesmo lugar.
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-As crianças devem ter uma forma de serem identificadas (uma pulseira, um crachá ou uma t-shirt) com o nome dos pais (nunca o da criança), número de celular,endereço de onde se encontram hospedados. No caso de viagens ao exterior, as famílias devem colocar essa informação em inglês ou na língua local.
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-Se a criança se perder num espaço fechado (supermercado,shopping center, centro de exposições, museu) os pais devem procurar imediatamente um segurança e pedir-lhe para mandar controlar as portas do espaço, comunicando através do sistema de som o sucedido (para despertar a atenção de todos e desmotivar a intenção de um possível agressor).
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-Ao sair, em família ou em grupo, a criança deve ser vestida de cores vivas de forma a facilitar a sua localização.
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-Deve-se ter cuidados redobrados durante o período de Verão,para ajudar a evitar situações de perigo nas férias e festas de fim de ano.
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-Sugere-se que os pais combinem antecipadamente com as suas crianças um local de encontro (uma árvore, uma estátua, um café, por exemplo) para o caso de se afastarem e se perderem.
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-Na conversa com a criança, os pais devem também estipular antecipadamente que, se ela não se lembrar do local combinado, é preferível ficar no mesmo lugar.
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-As crianças devem ter uma forma de serem identificadas (uma pulseira, um crachá ou uma t-shirt) com o nome dos pais (nunca o da criança), número de celular,endereço de onde se encontram hospedados. No caso de viagens ao exterior, as famílias devem colocar essa informação em inglês ou na língua local.
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-Se a criança se perder num espaço fechado (supermercado,shopping center, centro de exposições, museu) os pais devem procurar imediatamente um segurança e pedir-lhe para mandar controlar as portas do espaço, comunicando através do sistema de som o sucedido (para despertar a atenção de todos e desmotivar a intenção de um possível agressor).
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-Ao sair, em família ou em grupo, a criança deve ser vestida de cores vivas de forma a facilitar a sua localização.
Crianças serão monitoradas na orla das praias no RJ
Menores receberão pulseiras coloridas de acordo com o posto. Quem se perder dos pais será fotografado e terá sua imagem divulgada através de telas nos 309 quiosques do Rio
Rio - A tecnologia será aliada dos pais nas praias cariocas. Um sistema que envia imagens de crianças perdidas nas areias para telões será implantado nos 309 quiosques administrados pela concessionária Orla Rio. Enquanto o mecanismo não entra em funcionamento, os postos de salvamento vão ajudar os menores desaparecidos a encontrar suas famílias. O projeto começa nas praias do Arpoador, Ipanema e Leblon já neste verão.
Na 1ª etapa, os postos de salvamento, cada um com bandeira de uma cor, vão distribuir gratuitamente pulseiras impermeáveis, da mesma coloração, com nome e telefone dos pais. Se a família perder a criança, quem a achar encaminhará o menor ao posto certo para que os pais a localizem.
"A gente está trazendo para o Rio o modelo que já é utilizado nas praias do Nordeste e do Sul do País. O projeto começa em caráter experimental no fim de dezembro, nos cinco postos entre Arpoador e Leblon, do 7 ao 12", explica João Marcelo Barreto, vice-presidente da Orla Rio.
309 monitores
Na última etapa, os quiosques também ajudarão na tarefa de encontrar a família da criança. Se o menor se perder, deve procurar um quiosque para que seja fotografado. As 309 unidades da Orla Rio serão equipadas com monitores e rede Wi-Fi - sistema já implantado entre as praias do Leme e Leblon -, que transmitirão a imagem da criança, alertando a família.
Nenhuma tecnologia substitui o olhar atento dos pais a cada passo dos menores na praia, alerta a Fundação para a Infância e Adolescência.
Pessoal deve ser capacitado
Gerente do programa SOS Criança Desaparecida, da Fundação para a Infância e Adolescência, Luiz Henrique Oliveira aprovou o programa. Ele abriu as portas para possível parceria entre a concessionária e o projeto que coordena. "Estamos sempre abertos para parcerias e prontos para colaborar no que for possível", disse.
Segundo ele, é importante que os funcionários que lidarão com as crianças perdidas sejam capacitados. Ele conta que o programa já promoveu ações na praia para mostrar a importância da identificação no pulso das crianças, e que é necessário saber lidar com os imprevistos.
"Já aconteceram casos em que o responsável não procurou a criança até o final da tarde. É preciso saber o que fazer nessas horas", afirma Luiz Henrique.
Mudanças
As obras de modernização em quiosques administrados pela Orla Rio estão em andamento. A mudança dos postos de salvamento ainda depende de licenças das secretarias de Urbanismo e de Meio Ambiente.
QUIOSQUES
Os antigos estão sendo substituídos gradativamente pelos com novo design. Atualmente, oito unidades de Copacabana passam por obras. Os de Ipanema e do mirante da Av. Niemeyer também serão trocados.
POSTOS
O 1º a ser reformado será o 9 de Ipanema. Obra deveria terminar até o verão, mas depende de licenças para começar.
ADAPTAÇÃO
Em 11 de dezembro, das 9h às 14h dos sábados, começa no Posto 3 da Barra oferta de infraestrutura para deficientes irem à praia.
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Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/11/criancas_serao_monitoradas_na_orla_125777.htm
Rio - A tecnologia será aliada dos pais nas praias cariocas. Um sistema que envia imagens de crianças perdidas nas areias para telões será implantado nos 309 quiosques administrados pela concessionária Orla Rio. Enquanto o mecanismo não entra em funcionamento, os postos de salvamento vão ajudar os menores desaparecidos a encontrar suas famílias. O projeto começa nas praias do Arpoador, Ipanema e Leblon já neste verão.
Na 1ª etapa, os postos de salvamento, cada um com bandeira de uma cor, vão distribuir gratuitamente pulseiras impermeáveis, da mesma coloração, com nome e telefone dos pais. Se a família perder a criança, quem a achar encaminhará o menor ao posto certo para que os pais a localizem.
"A gente está trazendo para o Rio o modelo que já é utilizado nas praias do Nordeste e do Sul do País. O projeto começa em caráter experimental no fim de dezembro, nos cinco postos entre Arpoador e Leblon, do 7 ao 12", explica João Marcelo Barreto, vice-presidente da Orla Rio.
309 monitores
Na última etapa, os quiosques também ajudarão na tarefa de encontrar a família da criança. Se o menor se perder, deve procurar um quiosque para que seja fotografado. As 309 unidades da Orla Rio serão equipadas com monitores e rede Wi-Fi - sistema já implantado entre as praias do Leme e Leblon -, que transmitirão a imagem da criança, alertando a família.
Nenhuma tecnologia substitui o olhar atento dos pais a cada passo dos menores na praia, alerta a Fundação para a Infância e Adolescência.
Pessoal deve ser capacitado
Gerente do programa SOS Criança Desaparecida, da Fundação para a Infância e Adolescência, Luiz Henrique Oliveira aprovou o programa. Ele abriu as portas para possível parceria entre a concessionária e o projeto que coordena. "Estamos sempre abertos para parcerias e prontos para colaborar no que for possível", disse.
Segundo ele, é importante que os funcionários que lidarão com as crianças perdidas sejam capacitados. Ele conta que o programa já promoveu ações na praia para mostrar a importância da identificação no pulso das crianças, e que é necessário saber lidar com os imprevistos.
"Já aconteceram casos em que o responsável não procurou a criança até o final da tarde. É preciso saber o que fazer nessas horas", afirma Luiz Henrique.
Mudanças
As obras de modernização em quiosques administrados pela Orla Rio estão em andamento. A mudança dos postos de salvamento ainda depende de licenças das secretarias de Urbanismo e de Meio Ambiente.
QUIOSQUES
Os antigos estão sendo substituídos gradativamente pelos com novo design. Atualmente, oito unidades de Copacabana passam por obras. Os de Ipanema e do mirante da Av. Niemeyer também serão trocados.
POSTOS
O 1º a ser reformado será o 9 de Ipanema. Obra deveria terminar até o verão, mas depende de licenças para começar.
ADAPTAÇÃO
Em 11 de dezembro, das 9h às 14h dos sábados, começa no Posto 3 da Barra oferta de infraestrutura para deficientes irem à praia.
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Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/11/criancas_serao_monitoradas_na_orla_125777.htm
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA)-Construção do Plano Decenal continuará em 2011
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA)-Construção do Plano Decenal continuará em 2011---- Consolidação da consulta pública deverá ser aprovada em plenária do CONANDAv
O Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) do Consolidação da consulta pública deverá ser aprovada em plenária do CONANDA
v
O Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), responsável pela construção Plano Decenal e da Política Nacional, deve encaminhar para a aprovação da próxima plenária do conselho – em fevereiro de 2011 – o material que consolidou as contribuições da consulta pública dos documentos.
O trabalho de sistematização foi norteado pela preocupação de ver os anseios levantados pela sociedade contemplados na Política Nacional. O grupo sistematizador teve a tarefa de encaixar cada sugestão no eixo, na diretriz e no objetivo estratégico corretos, verificando a ocorrência de sugestões repetidas. Houve, também, uma análise mais aprofundada, zelando pela lógica, coerência e viabilidade do Plano Decenal.
Para Fábio Feitosa, presidente do CONANDA, as contribuições da consulta destacaram situações práticas para a efetivação da política. “De fato, trazem questões que as pessoas estão vivendo in loco e isso é importante porque dá a cara que a Política Nacional deve seguir: efetivação dos direitos humanos de crianças e adolescentes”, destacou o presidente.
Carmen Silveira, Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente e vice-presidente do CONANDA, destaca as divergências entre as metas propostas no documento em consulta pública e as inseridas nas sugestões da sociedade. “Isso traz um aspecto positivo porque demonstra preocupação pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Em direitos humanos nós temos que ter urgência. Não são situações que a gente deva se conformar ou adiar processos. Mas, por outro lado, isso denota pouca experiência com informações em direitos de crianças e adolescentes e de gestão”, afirmou Carmen ao ponderar que é necessário ter parâmetros concretos no momento de pensar em metas possíveis de serem atingidas, ou seja, é indispensável que se tenha um indicador inicial para conhecer a tendência de crescimento ou redução de um determinado fenômeno.
Além de aprovar o documento com as consolidações da consulta pública, a nova gestão do CONANDA tem como desafio garantir recursos para a implementação do Plano Decenal e da Política Nacional.
Fonte: Portal Direitos da Criança, Rede ANDI Brasil - Brasília (DF), Raphael Gomes - 22/12/10), responsável pela construção Plano Decenal e da Política Nacional, deve encaminhar para a aprovação da próxima plenária do conselho – em fevereiro de 2011 – o material que consolidou as contribuições da consulta pública dos documentos.
O trabalho de sistematização foi norteado pela preocupação de ver os anseios levantados pela sociedade contemplados na Política Nacional. O grupo sistematizador teve a tarefa de encaixar cada sugestão no eixo, na diretriz e no objetivo estratégico corretos, verificando a ocorrência de sugestões repetidas. Houve, também, uma análise mais aprofundada, zelando pela lógica, coerência e viabilidade do Plano Decenal.
Para Fábio Feitosa, presidente do CONANDA, as contribuições da consulta destacaram situações práticas para a efetivação da política. “De fato, trazem questões que as pessoas estão vivendo in loco e isso é importante porque dá a cara que a Política Nacional deve seguir: efetivação dos direitos humanos de crianças e adolescentes”, destacou o presidente.
Carmen Silveira, Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente e vice-presidente do CONANDA, destaca as divergências entre as metas propostas no documento em consulta pública e as inseridas nas sugestões da sociedade. “Isso traz um aspecto positivo porque demonstra preocupação pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Em direitos humanos nós temos que ter urgência. Não são situações que a gente deva se conformar ou adiar processos. Mas, por outro lado, isso denota pouca experiência com informações em direitos de crianças e adolescentes e de gestão”, afirmou Carmen ao ponderar que é necessário ter parâmetros concretos no momento de pensar em metas possíveis de serem atingidas, ou seja, é indispensável que se tenha um indicador inicial para conhecer a tendência de crescimento ou redução de um determinado fenômeno.
Além de aprovar o documento com as consolidações da consulta pública, a nova gestão do CONANDA tem como desafio garantir recursos para a implementação do Plano Decenal e da Política Nacional.
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Fonte: Portal Direitos da Criança, Rede ANDI Brasil - Brasília (DF), Raphael Gomes - 22/12/10
O Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) do Consolidação da consulta pública deverá ser aprovada em plenária do CONANDA
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O Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), responsável pela construção Plano Decenal e da Política Nacional, deve encaminhar para a aprovação da próxima plenária do conselho – em fevereiro de 2011 – o material que consolidou as contribuições da consulta pública dos documentos.
O trabalho de sistematização foi norteado pela preocupação de ver os anseios levantados pela sociedade contemplados na Política Nacional. O grupo sistematizador teve a tarefa de encaixar cada sugestão no eixo, na diretriz e no objetivo estratégico corretos, verificando a ocorrência de sugestões repetidas. Houve, também, uma análise mais aprofundada, zelando pela lógica, coerência e viabilidade do Plano Decenal.
Para Fábio Feitosa, presidente do CONANDA, as contribuições da consulta destacaram situações práticas para a efetivação da política. “De fato, trazem questões que as pessoas estão vivendo in loco e isso é importante porque dá a cara que a Política Nacional deve seguir: efetivação dos direitos humanos de crianças e adolescentes”, destacou o presidente.
Carmen Silveira, Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente e vice-presidente do CONANDA, destaca as divergências entre as metas propostas no documento em consulta pública e as inseridas nas sugestões da sociedade. “Isso traz um aspecto positivo porque demonstra preocupação pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Em direitos humanos nós temos que ter urgência. Não são situações que a gente deva se conformar ou adiar processos. Mas, por outro lado, isso denota pouca experiência com informações em direitos de crianças e adolescentes e de gestão”, afirmou Carmen ao ponderar que é necessário ter parâmetros concretos no momento de pensar em metas possíveis de serem atingidas, ou seja, é indispensável que se tenha um indicador inicial para conhecer a tendência de crescimento ou redução de um determinado fenômeno.
Além de aprovar o documento com as consolidações da consulta pública, a nova gestão do CONANDA tem como desafio garantir recursos para a implementação do Plano Decenal e da Política Nacional.
Fonte: Portal Direitos da Criança, Rede ANDI Brasil - Brasília (DF), Raphael Gomes - 22/12/10), responsável pela construção Plano Decenal e da Política Nacional, deve encaminhar para a aprovação da próxima plenária do conselho – em fevereiro de 2011 – o material que consolidou as contribuições da consulta pública dos documentos.
O trabalho de sistematização foi norteado pela preocupação de ver os anseios levantados pela sociedade contemplados na Política Nacional. O grupo sistematizador teve a tarefa de encaixar cada sugestão no eixo, na diretriz e no objetivo estratégico corretos, verificando a ocorrência de sugestões repetidas. Houve, também, uma análise mais aprofundada, zelando pela lógica, coerência e viabilidade do Plano Decenal.
Para Fábio Feitosa, presidente do CONANDA, as contribuições da consulta destacaram situações práticas para a efetivação da política. “De fato, trazem questões que as pessoas estão vivendo in loco e isso é importante porque dá a cara que a Política Nacional deve seguir: efetivação dos direitos humanos de crianças e adolescentes”, destacou o presidente.
Carmen Silveira, Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente e vice-presidente do CONANDA, destaca as divergências entre as metas propostas no documento em consulta pública e as inseridas nas sugestões da sociedade. “Isso traz um aspecto positivo porque demonstra preocupação pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Em direitos humanos nós temos que ter urgência. Não são situações que a gente deva se conformar ou adiar processos. Mas, por outro lado, isso denota pouca experiência com informações em direitos de crianças e adolescentes e de gestão”, afirmou Carmen ao ponderar que é necessário ter parâmetros concretos no momento de pensar em metas possíveis de serem atingidas, ou seja, é indispensável que se tenha um indicador inicial para conhecer a tendência de crescimento ou redução de um determinado fenômeno.
Além de aprovar o documento com as consolidações da consulta pública, a nova gestão do CONANDA tem como desafio garantir recursos para a implementação do Plano Decenal e da Política Nacional.
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Fonte: Portal Direitos da Criança, Rede ANDI Brasil - Brasília (DF), Raphael Gomes - 22/12/10
Prevenindo o desaparecimento de crianças---ORIENTAÇÕES AOS PAIS.
*
Orientar os filhos a não aceitarem doces, presentes, ou qualquer outro objeto de estranhos, podendo aceitá-los de conhecidos e parentes, somente com prévio consentimento dos responsáveis.
*
Manter bom relacionamento com a vizinhança.
*
Procurar conhecer as pessoas que convivem com seu filho.
*
Participar ativamente dos eventos envolvendo o seu filho, como aqueles ocorridos em escolas e aniversários.
*
Ensinar ao seu filho o seu nome completo, endereço e telefone e os nomes dos pais e irmãos.
*
Não autorizar o seu filho a brincar na rua sem a supervisão de um adulto conhecido.
*
Evite deixar o seu filho em casa sozinho.
*
Providenciar a carteira de identidade do seu filho, através do Instituto de Identificação.
*
Faça com que as pessoas, que necessitam de atenção especial, que vivem sob sua responsabilidade tenham sempre consigo (no bolso ou gravado em uma medalha) seus dados de identificação.
*
Observe o comportamento do seu filho, ficando atento às possíveis mudanças.
*
Conheça o tipo sangüíneo e o fator RH da criança.
*
Seja amigo do seu filho, deixando-o à vontade para confidenciar-lhe os seus problemas ou vitórias.
ORIENTAÇÕES ÀS ESCOLAS
* Não permita a saída de criança com pessoa não autorizada pelos responsáveis.
* Observar o ambiente nas proximidades da escola, comunicando qualquer fato suspeito, imediatamente, à Polícia.
ORIENTAÇÕES AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE
* Observar, durante o atendimento, o comportamento dos responsáveis pelas crianças e, caso percebam alguma coisa estranha e dificuldades deles em prestar informações sobre o próprio filho, comunicar a suspeita à Polícia.
ORIENTAÇÕES ÀS INSTITUIÇÕES (ABRIGOS, HOSPITAIS)
* Registrar os dados do menor ou adulto quando eles derem entrada na instituição. Quando tratar-se de pessos sem identificação ou que, por algum motivo, pareça ser uma pessoa desaparecida entre em contato com a Polícia Civil.
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FONTE:
http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2007/07/15/prevnindo-o-desaparecimento-de-criancas
Orientar os filhos a não aceitarem doces, presentes, ou qualquer outro objeto de estranhos, podendo aceitá-los de conhecidos e parentes, somente com prévio consentimento dos responsáveis.
*
Manter bom relacionamento com a vizinhança.
*
Procurar conhecer as pessoas que convivem com seu filho.
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Participar ativamente dos eventos envolvendo o seu filho, como aqueles ocorridos em escolas e aniversários.
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Ensinar ao seu filho o seu nome completo, endereço e telefone e os nomes dos pais e irmãos.
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Não autorizar o seu filho a brincar na rua sem a supervisão de um adulto conhecido.
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Evite deixar o seu filho em casa sozinho.
*
Providenciar a carteira de identidade do seu filho, através do Instituto de Identificação.
*
Faça com que as pessoas, que necessitam de atenção especial, que vivem sob sua responsabilidade tenham sempre consigo (no bolso ou gravado em uma medalha) seus dados de identificação.
*
Observe o comportamento do seu filho, ficando atento às possíveis mudanças.
*
Conheça o tipo sangüíneo e o fator RH da criança.
*
Seja amigo do seu filho, deixando-o à vontade para confidenciar-lhe os seus problemas ou vitórias.
ORIENTAÇÕES ÀS ESCOLAS
* Não permita a saída de criança com pessoa não autorizada pelos responsáveis.
* Observar o ambiente nas proximidades da escola, comunicando qualquer fato suspeito, imediatamente, à Polícia.
ORIENTAÇÕES AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE
* Observar, durante o atendimento, o comportamento dos responsáveis pelas crianças e, caso percebam alguma coisa estranha e dificuldades deles em prestar informações sobre o próprio filho, comunicar a suspeita à Polícia.
ORIENTAÇÕES ÀS INSTITUIÇÕES (ABRIGOS, HOSPITAIS)
* Registrar os dados do menor ou adulto quando eles derem entrada na instituição. Quando tratar-se de pessos sem identificação ou que, por algum motivo, pareça ser uma pessoa desaparecida entre em contato com a Polícia Civil.
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FONTE:
http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2007/07/15/prevnindo-o-desaparecimento-de-criancas
Motivos mais comuns de desaparecimentos
* Repressão excessiva, excesso de controle;
*
Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;
*
Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;
*
Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;
*
O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças.
*
Subtração de incapaz (A criança é raptada para viver em outro lar)
*
Rapto consensual
*
Rapto por estranhos---------------------Meu filho desapareceu, o que devo fazer?--------------------------- *
Em primeiro lugar, manter a calma;
*
Caso esteja sozinho, peça auxilio para que acionem imediatamente a polícia. Não existe prazo para comunicar o desaparecimento, faça-o imediatamente;
*
Manter alguém no local onde a criança foi vista pela última vez, pois ela poderá retornar ao local;
*
Deixar alguém no telefone indicado no cartão de identificação da criança, até para centralizar informações;
*
Avisar amigos e parentes, o mais rápido possível, principalmente os de endereço conhecido da criança, para onde ela possa se dirigir;
*
Percorrer os locais de preferência da criança;
*
Ter sempre a mão foto da criança;
*
Ter sempre em mente a vestimenta da criança para descrevê-la, procurando vesti-la com roupas detalhadas, de fácil visualização e identificação (cores berrantes, desenhos, etc…);
*
Procurar a Delegacia e Conselho Tutelar e pedir auxílio
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FONTE DESTA POSTAGEM E DA ANTERIOR:
http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2007/07/15/prevnindo-o-desaparecimento-de-criancas/
-----------------------DICAS DE SEGURANÇA- Para os Pais---------------- * Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;
* Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;
* Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;
* Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e desespero;
* Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;
* Acompanhá-los a escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;
* Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone, orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;
* Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;
* Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade no Instituto de Identificação do seu Estado;
* Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;
* Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;
* Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;
* Evitar lugares com aglomeração de pessoas;
* Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.
*
Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;
*
Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;
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Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;
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O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças.
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Subtração de incapaz (A criança é raptada para viver em outro lar)
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Rapto consensual
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Rapto por estranhos---------------------Meu filho desapareceu, o que devo fazer?--------------------------- *
Em primeiro lugar, manter a calma;
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Caso esteja sozinho, peça auxilio para que acionem imediatamente a polícia. Não existe prazo para comunicar o desaparecimento, faça-o imediatamente;
*
Manter alguém no local onde a criança foi vista pela última vez, pois ela poderá retornar ao local;
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Deixar alguém no telefone indicado no cartão de identificação da criança, até para centralizar informações;
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Avisar amigos e parentes, o mais rápido possível, principalmente os de endereço conhecido da criança, para onde ela possa se dirigir;
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Percorrer os locais de preferência da criança;
*
Ter sempre a mão foto da criança;
*
Ter sempre em mente a vestimenta da criança para descrevê-la, procurando vesti-la com roupas detalhadas, de fácil visualização e identificação (cores berrantes, desenhos, etc…);
*
Procurar a Delegacia e Conselho Tutelar e pedir auxílio
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http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2007/07/15/prevnindo-o-desaparecimento-de-criancas/
-----------------------DICAS DE SEGURANÇA- Para os Pais---------------- * Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;
* Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;
* Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;
* Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e desespero;
* Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;
* Acompanhá-los a escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;
* Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone, orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;
* Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;
* Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade no Instituto de Identificação do seu Estado;
* Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;
* Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;
* Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;
* Evitar lugares com aglomeração de pessoas;
* Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.
CRIANÇAS E PESSOAS DESAPARECIDAS – COMO AJUDAR!
*
Observar o comportamento de novos vizinhos em relação ao tratamento dispensado ao menores que com eles convivem, comunicando à Polícia qualquer fato suspeito.
*
Observar, em via pública, o trânsito de menores desacompanhados, idosos e portadores de necessidades especiais, caso apresentem desorientação, possibilidade de extravio ou mesmo dificuldade de expressão, comunique o fato à Polícia para queprestem a devida assistência antes que ocorra o seu paradeiro. O ideal é que você possa levar a pessoa até o posto policial mais próximo.
*
Comunicar e registrar o desaparecimento do menor ou do adulto imediatamente após constatada a sua ausência, na Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida. Deve-se apresentar fotografia e documentação do ausente, caso existente, para início da busca. Para o menor, é necessária a apresentação da cópia da certidão de nascimento. No entanto, a ausência do documento não impede o registro e a busca.
*
Caso ocorra o retorno voluntário do desaparecido ao lar, contatar a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, comunicando o fato.
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Observar o comportamento de novos vizinhos em relação ao tratamento dispensado ao menores que com eles convivem, comunicando à Polícia qualquer fato suspeito.
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Observar, em via pública, o trânsito de menores desacompanhados, idosos e portadores de necessidades especiais, caso apresentem desorientação, possibilidade de extravio ou mesmo dificuldade de expressão, comunique o fato à Polícia para queprestem a devida assistência antes que ocorra o seu paradeiro. O ideal é que você possa levar a pessoa até o posto policial mais próximo.
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Comunicar e registrar o desaparecimento do menor ou do adulto imediatamente após constatada a sua ausência, na Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida. Deve-se apresentar fotografia e documentação do ausente, caso existente, para início da busca. Para o menor, é necessária a apresentação da cópia da certidão de nascimento. No entanto, a ausência do documento não impede o registro e a busca.
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Caso ocorra o retorno voluntário do desaparecido ao lar, contatar a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, comunicando o fato.
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